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Atualidades

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Blazing Angels: Squadrons of WWII - PS3

Esse jogo foi uma mistura de curtição com stress intensivo!

Curtição porque apesar dos gráficos não serem uma maravilha (poucas telas como Paris e Berlim surpreendem mas o resto é sem sal) o jogo tem um ritmo arcade non-stop onde assim que você completa um objetivo/checkpoint uma outra novidade vem na sequencia, misturando a jogabilidade entre dogfight, bombardeios, torpedos e mísseis.

E stress porque é um jogo que te obriga a sentar na ponta do sofá, de cara com a TV, muitas missões vc tem 3 minutos pra derrubar 20 inimigos isso dá uma janela de 9 segundos pra localizar, perseguir, alinhar e derrubar cada um dos inimigos, só que como o jogo é sobre a segunda guerra você muitas vezes só pode contar com a sua metralhadora.

Gostei muito da quantidade de missões, esse foi um jogo que me surpreendeu constantemente porque toda missão eu pensava "Wow, essa missão foi fera, agora acabou o jogo!" e nada, vinha outra missão maior e melhor e mais difícil na
sequencia, pra quem curte jogos de aviões (AfterBunner, Flight Sim, Descent) e der uma chance pra esse jogo vai acabar encontrando uma pérola e tanto.

Nota 7.



Devil May Cry 4 - PS3

Devil May Cry é uma série meio difícil de analisar, tentei jogar o DMC1 e DMC3 sem muito sucesso, o jogo apesar de visualmente impressionante não conseguia me convencer nos controles e o sistema de combate também não me agradava muito... (ok, leia tudo isso como: Eu levei uma surra homérica dos primeiros chefões do jogo e peguei raiva).

Então pintou a oportunidade de pegar o DMC4, troquei ele pelo Oblivion no começo do ano se não me engano, e deixei na estante até esse fim-de-semana passado quando finalmente decidi colocá-lo pra rodar e encarar esse quarto capítulo da série.

Vale dizer que esse jogo tem alguns dos visuais e paisagens mais impressionantes que já vi, a modelagem e design de todos os cenários são soberbos e arte pura. A trilha sonora electrometal também é feroz e consegue manter o clima tenso até mesmo quando não tem inimigos na tela. A jogabilidade continua exatamente a mesma, pros fãs da série essa é a base de tudo. Só mudaram o personagem, onde antes o Dante era o protagonista, neste 4o jogo o protagonista é o Nero, restando somente algumas pontas e participações especiais do Dante.

O pior ponto do jogo são duas telas em que o jogo assume um visual de jogo de tabuleiro, com direto a um dado para arremessar e um peão para mover, simplesmente uma das decisões de design mais infelizes que eu já vi. Pra piorar essa tela aparece em dois momentos do jogo e em ambas aparições eu fiquei completamente desmotivado...

O ponto alto é que tirando essa tela todo o resto do design e concepção do mapa é perfeito, se encaixa perfeitamente, e mesmo o trabalho de ir-e-voltar passando pela mesma tela não incomoda porque faz sentido trilhar o mesmo caminho. O visual do castelo é tão bem feito e o clima tão denso que durante parte do jogo eu fiquei chamando o Nero de Beaumont (da série Castlevania).

Nota: 8




Guinness World Records Games 2008

Esse é um livro honesto e serve muito mais como uma pequena enciclopédia sobre jogos do que como um catálogo de recordes como eu esperava. Poderia ser muito melhor se corrigissem as incontáveis inconsistências de informação e também os desencontros entre os artigos.

A edição é de alta qualidade com ótimo papel e impressão, mas no fim o conteúdo (pra quem conhece e acompanha o mercado) é superficial, pra não dizer fraco, e basicamente dependente de sites como o SpeedDemosArchive onde tem a comunidade mais forte de speedruns.

Outra coisa, e que neste caso não é culpa do livro, é que tem uma sessão especial com grande destaque pro Halo3 falando sobre recordes de vendas, marketing, lançamento mais bem sucedido... Só que todos esses "recordes" foram quebrados e ampliados pelo Grand Theft Auto 4 em Abril deste ano!

Zone of the Enders - PS2

Logo depois que terminei o MGS3, lembrei que tinha esse jogo em casa e nunca tinha jogado. Apesar das críticas e análises sempre falarem bem do ZoE, não sei porque eu nunca tinha me atraído muito para conhecê-lo, mas como este jogo também é um produção do Kojima e eu ainda estava extasiado pelo MGS3 decidi colocar o ZoE para rodar.

O jogo é basicamente ação com Mechs, segue na linha dos Gundam e Armored Core, sem a roupagem de construção/simulador e focando especificamente na ação. Lembraria um Omega Boost se fosse mais no espaço.

No geral o jogo é muito bem feito, os gráficos são bons, o som fica na média, as cutscenes em anime são ótimas, e a proposta geral do jogo é muito bem-feita com uma mistura de cenários de combate onde você luta em alguns quarteirões e áreas de transição onde você pode ter uma visão geral da cidade. Os controles respoderam muito bem e é muito fácil se habituar com a navegação 3D.

Terminei em 4 horas e 20 minutos, o jogo surpreendeu e agradou muito, merece o hype e a fama que tem. Agora fiquei curioso para jogar o ZoE2.

Nota: 7 (seria 8 se não fosse tão curto)

 
 

Metal Gear Solid 3 - PS2

Ahhhh, Metal Gear Solid talvez seja a minha série predileta entre todos os jogos, joguei os MGS 1 e 2 anos atrás e lembro que fiquei de queixo caído com a proposta do jogo, a densidade da história e principalmente o visual do jogo, o cuidado de camera, cenário, modelagem, dublagem tudo isso é tão bem produzido e dirigido que a imensa maioria dos filmes de cinema não conseguem chegar nem perto da qualidade dos jogos dessa série. Hideo Kojima (diretor, criador, produtor, etcs) do MGS é como o Elvis ou os Beatles para a indústria de jogos.

Então eu comprei o MGS3, comprei e deixei guardado com um único objetivo "Esse vai ser o meu último jogo de PS2 antes de aposentar o console", o tempo passou, eu comprei o MGS:Essential Collection (que tem o MGS3 novamente), e continuei sem colocar pra jogar, só esperando a hora certa.

Quase dois anos depois, a hora certa chegou, depois de terminar o Dark Sector e com o Ninja Gaiden 1 e Devil May Cry 4 emprestados, fiquei basicamente sem ter o que jogar no PS3. Tô com uns 2 ou 3 jogos no 360 interessantes, mas por causa do Metal Gear Solid 4 eu decidi voltar pro PS2 e encarar o MGS3.

Terminei com 18 horas de jogo e fiquei extasiado como em todos os outros MGS, simplesmente perfeito, um dos melhores jogos que joguei na vida, impecável, o Kojima é FODÃO e merece a fama que tem.

Não tem muito o que analisar esse jogo sem que pareça uma longa redação de fanboy, então não farei. Só vale comentar que eu acabei dando muita sorte de esperar tanto tempo pra jogar, pois joguei o MGS3 no PS3 com direito a upscale e smooth o que deixou o jogo com uma qualidade visual ainda melhor, fora que jogar na LCD e com o controle sem fio do PS3 é muito melhor que antigamente. Agora é só pegar o MGS4 e continua a saga!

Nota: 10, +Favorito, +Orgulhosamente tenho 2x esse jogo original na estante!



DarkSector - PS3

Esse é um jogo um pouco difícil de analisar, era um jogo que eu tinha sido capturado pela espectativa, desde quando anunciado eu achei a idéia do jogo ótima, você tem todas as armas de um ação em terceira pessoa e de brinde você tem um frisbee idêntico aquele antigo filme Krull que permite decepar vários inimigos em cada arremesso, pô, eu sou fã de Krull sempre pensava que algum jogo precisava usar uma arma como aquela. Além disso o jogo dispõe de um visual e um engine gráfico impressionante, algumas texturas e efeitos são quase que bonitos demais.

Então qual é o problema do jogo? Não é um problema, são vários! Começando com o protagonista do jogo é um emo bundão, chorão, do tipo que fica reclamando "eu quero voltar pra casa" em todas as cutscenes. Vamos analisar: O cara é um agente secreto, enviado para um pequeno país russo para impedir a disseminação de uma infecção, matar o cientista que criou o vírus e destruir o laboratório de pesquisas. Até aí tudo bem, mais um dia para um gamer, o problema é que o personagem do jogo não se sente tão bem com a idéia e faz questão de choramingar toda maldita cena, eu ficava pensando "se não aguenta, porque veio? Aceitou uma missão sucidida e agora quer sair fora?"...

O jogo também sofre de "falta de polimento", a estrutura e design do jogo foram obviamente influenciados pelo Resident Evil 4 e Gears of War, só que não chega a ser tão bom quanto nenhum dos dois. Também vale a crítica de que apesar do visual impressionante o jogo sofre de uma direção de arte pouco inspirada, parece que gastaram toda a imaginação nos primeiros minutos de jogo e depois foram só tapando o buraco conforme necessidade. No fim, é um jogo que teria de tudo para receber um 9 com louvor, teria...

Nota: 7

Fica a dica de editar as configurações do jogo, aumentando a sensibilidade dos controles, no meu caso eu editei de 50% para 65% além de outros pequenos ajustes pro jogo fluir e responder de forma mais agradável.



 
PS: A partir deste post vou incluir junto com a análise algumas imagens da IGN com screenshots dos jogos terminados.

Seus pontos fracos - Wayne W. Dyer

Foi estranho parar e ler um livro de auto-ajuda / psicologia depois de ler na sequencia livros de horror, fantasia adulta, fantasia infanto-juvenil, ficção científica, ficção histórica. Definitivamente esse não um gênero literário que me agrade, tenho esse livro há algum tempo, tentei lê-lo duas vezes e em ambas tentativas não consegui passar da página 30 (de 256). Dessa vez tentei novamente e levei quase 2 meses para conseguir terminar de ler, interessante que enrolei por 59 dias para chegar até os 10% do livro e então entrei no meu modo de leitura avançada e terminei de ler o restante do livro em poucas horas na segunda-feira.

Eu fiquei interessado em ler este com a mesma curiosidade que tive para ler "O corpo fala", no intuito de identificar algumas (pequenas ou grandes) reações quase que naturais do comportamento cotidiano e se necessário corrigir essas reações. Essa leitura acabou sendo importante porque chegou na hora em que eu estou me remodelando, melhorando nutrição, a rotina, tentando manter uma disciplina, cortando alguns hábitos pouco saudáveis, me reinventando...

Só que as vezes, apesar de parecer uma boa hora não quer dizer que seja a hora certa, o livro acrescentou uma série de questionamentos, análises e principalmente críticas que foram diretamente em conflito com a montanha-russa emocional, psicológica e física que estou vivendo. É díficil se enquadrar em qualquer tipo de esteriótipo de comportamento quando estamos sofrendo frequentes mudanças severas de humor devido a abstinência de nicotina e cafeína (ou seria o excesso de álcool?).

O livro trata diversos aspectos de personalidades e comportamentos, entre eles Culpa, Preocupação, Aceitação, Timidez, Auto-estima, Perfeccionismo. Alguns vícios de comportamento acabam ficando muito claros e impossível de não se identificar, outros simplesmente não tinham nada a ver comigo e isso facilitou os "pulos" na leitura, outros também servem de alerta como "por que a dificuldade de dizer Eu te Amo pras pessoas que amamos?" onde é muito bom ter a visão externa, de terceira pessoa, sobre as razões fúteis que nossos cérebros inventam para impedir atitudes simples e prazeirosas.

É um ótimo livro para se ter e fazer consultas conforme necessidade, é um péssimo livro pra tentar ler do começo ao fim, afinal se alguém se identificar com todos os items descritos no livro, então a pessoa precisa de ajuda especializada médica e não de panorama sobre falhas de personalidade.

Sendo sincero sobre a minha auto-análise aplicada durante a leitura, alguns pontos eu realmente preciso trabalhar como Timidez e Perfeccionismo. Fiquei feliz de no capítulo "Como são as pessoas sem os pontos fracos" me identificar muito mais com todos os exemplos apontados nesse capítulo do que no restante do livro inteiro, se é que serve de indicação, aponta que estou na direção certa do amadurecimento pessoal.

Grand Theft Auto IV - PS3

O que dizer sobre o GTA4? Defintivamente esse é um sério competidor de GOTY (melhor jogo do ano), eu não sou e nunca fui fã da série do GTA, basicamente joguei o 1 quando ainda era shareware e rodava em rede IPX e depois só fui voltar a jogar GTA no PSP com o Liberty City Stories e Vice City Stories (ambos ótimos).

Apesar do imenso hype pré-lançamento eu não me deixei contagiar pelo interesse coletivo e também estava um tanto quanto cético em relação as imagens e vídeos postados. Ainda bem que fiz isso, quando peguei o GTA4 estava completamente pronto para ter uma opnião isenta, sem ter nenhum tipo de espectativa ou preconceito, também foi bom porque depois de ter jogado 2 FPS seguidos e ainda estar jogando o JRPG Lost Odyssey (DVD 2 de 4) eu estava pronto para jogar algo diferente e GTA4 chegou na hora certa!

Os gráficos do jogo estão impecáveis, o cuidado da produção da cidade é algo digno de qualquer grande produção de cinema, tudo em Liberty City foi milimetricamente projetado e desenhado, em pouco tempo você se sente familiarizado com a cidade, conforme evoluiu no jogo e executa as missões a sensação de que você conhece a cidade cresce ao ponto de tornar desnecessário o GPS quando é necessário retornar a algum ponto ou visitar algum conhecido.

A história é nota 10, simplesmente perfeita pra tudo e pra todos. Você joga como Niko Bellic, um veterano de guerra da Bósnia que chega a cidade de Liberty City (obviamente New York) e é recepcionado pelo primo Roman, daí pra frente a história se desdobra em uma série de acontecimentos mas sempre com muito enfoque (e ironia) no "Sonho Americano". Constantemente me peguei rindo e gargalhando das piadas de imigrantes, tanto da visão americana x imigrante quanto o inverso, e principalmente no inverso, a depceção do imigrante ao conhecer a "Terra da Liberdade".

Jogabilidade é outro ponto impecável, o sistema de combate foi melhorado e em pouco tempo estava executando coleções de headshots contra os exércitos de gangsters. A direção dos veículos também ficou ótimo, essa parte havia sido criticada pelos jogadores mas eu me adaptei muito bem e acabei por não enteder as reclamações, o jogo agora conta com um sistema completo de física que impede o jogador de fazer curvas fechadas a 200km/h, só isso, diferente dos outros jogos que você poderia fazer toda ou qualquer curva puxando o freio de mão, neste aqui se você tenta fazer isso acaba capotando, batendo num muro ou algo pior como ser arremessado do veículo!

Nota: 10
Obs: Esse daqui eu não vou vender e vou deixar orgulhosamente na estante junto com outros games da coleção. Também preciso jogar no multiplayer, são 16 modos e eu ainda não joguei nenhum.

Condemned 2: Bloodshot - X360

Colocaram uns recursos novos como fatalities estilo o jogo do Punisher do PS2, uns lances de ComboChain que mal usei, entre outras novidades que eu achei um pouco sem graça e cansativos.

Em compensação fizeram um uso violento do design de tela e ambientação, se o 1o era caustrofóbico e rápido, esse 2o triplicaram essas sensações. Apesar de até 2/3 do jogo eu achar o 1o mais assustador, o último terço do jogo me fez correr no escuro feito uma criança assustada, com direito até mesmo de fechar as portas por onde passava.

A história pira e tenta cobrir muito dos buracos do 1o, só que acrescenta uma conspiração que termina por deixar ainda mais dúvidas.

Eu tinha dito quando terminei o 1o Condenmed e que poderia passar longe do 2o pq não via muito como o jogo poderia decolar sem uma mudança séria nos gráficos e no engine, bom, o 2o ao meu ver, tem gráficos e visuais muito melhores além da visivel evolução no desing/gameplay/história, tô no aguardo do 3o!

Nota: 8
Gamerscore:  145/1000  (8/38)

Tom Clancy's Rainbow Six Vegas 2 - X360

Acrescentaram os recursos certos e exatamente o que faltava pro jogo ficar perfeito!

Só que conseguiram fazer um jogo muito pior do que o 1o, com destaque pros inimigos que aparecem do nada, áreas sem saída (e sem entradas) limpas que de repente são povoadas de inimigos, entre outras falhas sérias de design. Sou mais áreas menores e mais loadings do que uma sujeira dessas (você joga decorando de onde os inimigos virão), estragou seriamente o jogo.

Fora esse problema o lance de RPG de trocar armaduras, joelheiras, ombreiras, etcs, achei desnecessário no single-player. Onde antes existia um jogo tático, voltado para ação e gerenciamento da equipe, agora virou um jogo arcade, mata-mata, com uma história terrivelmente fraca e diversão comprometida devido aos "teleportes" dos inimigos.

Nota: 6
Gamerscore:  200/1000  (8/47)

 
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